O movimento sedicioso ocorrido na capitania
de Pernambuco, no ano 1817, foi analisado de
formas diferentes por dois meios de comunicação
daquela época. O Correio Braziliense apontou para
o fato de ser “a comoção no Brasil motivada por um
descontentamento geral, e não por maquinações de
alguns indivíduos”. Já a Gazeta do Rio de Janeiro
considerou o movimento como um “pontual desvio
de norma, apenas uma ‘mancha’ nas ‘páginas da
História Portuguesa’, tão distinta pelos testemunhos
de amor e respeito que os vassalos desta nação
consagram ao seu soberano”.
JANCSÓ, I.; PIMENTA, J. P. Peças de um mosaico. In: MOTA, C. G. (Org.). Viagem Incompleta:
a experiência brasileira (1500-2000). São Paulo: Senac, 2000 (adaptado).
Os fragmentos das matérias jornalísticas sobre o
acontecimento, embora com percepções diversas,
relacionam-se a um aspecto do processo de
independência da colônia luso-americana expresso
em dissensões entre
A colisão entre uma placa continental e uma oceânica
provocará a subducção desta última sob a placa
continental, que, a exemplo dos arcos e ilhas, produzirá
um arco magmático na borda do continente, composto
por rochas vulcânicas acompanhado de deformações e
metamorfismo tanto de rochas preexistentes como de
parte das rochas formadas no processo.
TEIXEIRA, W. et al. (Org.). Decifrando a Terra. São Paulo: Oficina de Textos, 2000.
Qual feição fisiográfica é gerada pelo processo tectônico apresentado?
Ao abrigo do teto, sua jornada de fé começava na
sala de jantar. Na pequena célula cristã, dividia-se a
refeição e durante elas os crentes conversavam, rezavam
e liam cartas de correligionários residentes em locais
diferentes do Império Romano (século II da Era Cristã).
Esse ambiente garantia peculiar apoio emocional às
experiências intensamente individuais que abrigava.
SENNET, R. Carne e pedra. Rio de Janeiro: Record, 2008.
Um motivo que explica a ambientação da prática descrita
no texto encontra-se no(a)
As cidades de Puebla, no México, e Legazpi, nas
Filipinas, não têm quase nada em comum. Estão muito
longe uma da outra e são habitadas por povos muito
diferentes. O que as une é um trágico detalhe de sua
geografia. Elas foram erguidas na vizinhança de alguns
dos vulcões mais perigosos do mundo: o mexicano
Popocatepétl e o filipino Mayon. Seus habitantes
precisam estar prontos para correr a qualquer hora. Eles
fazem parte dos 550 milhões de indivíduos que moram
em zonas de risco vulcânico no mundo. Ao contrário do
que seria sensato, continuam ali, indiferentes ao perigo
que os espreita.
Porque todos confessamos não se poder viver sem
alguns escravos, que busquem a lenha e a água, e
façam cada dia o pão que se come, e outros serviços
que não são possíveis poderem-se fazer pelos
Irmãos Jesuítas, máxime sendo tão poucos, que seria
necessário deixar as confissões e tudo mais. Pareceme que a Companhia de Jesus deve ter e adquirir
escravos, justamente, por meios que as Constituições
permitem, quando puder para nossos colégios e casas
de meninos.
LEITE. S. Historia da Companhia de Jesus no Brasil. Rio de Janeiro:
Civilização Brasileira, 1938 (adaptado).
O texto explicita premissas da expansão ultramarina portuguesa ao buscar justificar a